domingo, 18 de janeiro de 2009
MST perde adeptos e recursos e procura identidade sob Lula
Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula, informa neste domingo reportagem publicada pela Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL). Segundo a reportagem, o número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 --primeiro ano do governo Lula--, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299 --menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra). Uma pesquisa feita pelo Datafolha com membros do MST em 1996 já demonstrava que a principal razão para a entrada no movimento era econômica. Para 62% dos entrevistados, a vantagem atribuída ao assentamento era "independência financeira", sendo citados como exemplos "deixar de ser empregado", "poder negociar a própria produção" e "lucros com a venda da produção". Leia mais (18/01/2009 - 08h36)
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