terça-feira, 15 de maio de 2012

O labirinto da burocracia no país do futuro

URL: http://www.ordemlivre.org/2012/05/o-labirinto-da-burocracia-no-pais-do-futuro/


O relacionamento com a burocracia e seus carimbos, cópias autenticadas, reconhecimento de firmas e documentos que requerem outros documentos, é uma história que une quase todos os brasileiros.

Dos mais pobres, quando tentam fazer um cadastro qualquer, aos que tentam abrir uma empresa e perdem tempo e dinheiro tentando encontrar um meio de estabelecer o seu negócio legalmente, todos têm um testemunho de como exigências burocráticas os fizeram desistir ou investir seus poucos recursos para satisfazer às demandas de mais papéis, números, carimbos, documentos…

Leia a reportagem de Luciani Gomes para a BBC:

Long known as the country of the future, Brazil is now the nation of the moment.

Yet while the country has become the world’s sixth-largest economy, reform of the laws and regulations for opening and running businesses don’t seem to be improving at the same pace.

Although bureaucracy is obviously not part of Brazil’s propaganda, it’s a huge part of the country’s way of life. And anyone interested in opening a business in the country, Brazilian or outsider, should know this.

(…)

French chef Pierre Cornet-Vernet could never imagine it would take him 11 months to open his confectionery story Paradis in Rio de Janeiro’s famous Copacabana neighbourhood.

“It’s like a game,” he says.

“You need a document. But to have that document, you need to hand in another seven documents. And to get each of these seven there’s a different demand.”

To find his way through Brazil’s bitter bureaucracy, Mr Cornet-Vernet had to hire a lawyer, a forwarding agent and an accounting specialist.

O Brasil, 126° lugar entre os 183 países avaliados no relatório Doing Business, do Banco Mundial, continua a ser um território hostil a pequeno e médio empreendedor: os que mais empregam no país e que dispõem de menos possibilidades de driblar a burocracia e os burocratas.

A burocracia nacional continua a penalizar o futuro do "país do futuro".

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