URL: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=625
A única diferença entre o ladrão "reconhecido como criminoso" e o membro da máquina estatal é que o ladrão faz ele próprio seu trabalho sujo. Ele não obtém aparelhos de televisão, aparelhos de som e jóias por meio daquela modalidade de roubo conhecida como "política pública". Ao invés de recrutar políticos burocratas para roubar a propriedade alheia em benefício próprio, ele os poupa desse trabalho e faz o serviço sujo por conta própria.O que então quero dizer quando afirmo que vivemos em uma sociedade de criminosos? Simplesmente que a vasta maioria das pessoas em nossa sociedade apóia atos criminosos cometidos contra terceiros. Esses supostos cidadãos cumpridores da lei apóiam o roubo, a agressão, a transgressão e, algumas vezes, até o assassinato quando esses crimes são camuflados sob o respeitável manto das "políticas públicas". O desprezo com que eles veem os criminosos comuns é genuinamente risível quando se examina a criminalidade em massa que eles apóiam.
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