sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Os piores sempre chegam ao poder

URL: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1688


ze-dirceu-lula-dilma-607x387.jpgA partir do momento em que passa a existir uma instituição que detenha o monopólio da tomada suprema de decisões para todos os casos de conflito, então consequentemente essa instituição também irá definir quem está certo e quem está errado em casos de conflito em que os próprios membros desta instituição estejam envolvidos. Ou seja, ela não é apenas uma instituição que decide quem está certo ou errado em conflitos entre terceiros, mas ela também é a instituição que irá decidir quem está certo ou errado em casos em que seus próprios membros estejam envolvidos.

Uma vez que você percebe isso, então se torna imediatamente claro que tal instituição não apenas pode, por si mesma, provocar conflitos com cidadãos comuns para em seguida decidir a seu favor quem está certo e quem está errado, como também pode perfeitamente absolver todos os seus membros que porventura tenham sido flagrados em delito.  Isso pode ser exemplificado particularmente por instituições como o Supremo Tribunal Federal.  Se um indivíduo incorrer em algum conflito com uma entidade governamental, ou se algum membro do aparato estatal for flagrado em delito, o tomador supremo da decisão -- aquele que vai decidir sobre a culpa dos envolvidos -- será o Supremo Tribunal, que nada mais é do que o núcleo da própria instituição que está em julgamento.

Assim, é claro, será fácil prever qual será o resultado da arbitração desse conflito: o estado sempre estará certo.  Consequentemente, é fácil perceber a falácia fundamental presente na construção de uma instituição como o estado.

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