"Enquanto a Argentina está se perdendo nos últimos 35 anos, com uma decrepitude na sua classe média, educação e ciência, o Brasil evoluiu", diz o neurocientista argentino Martín Cammarota."Há 35 anos mal existia ciência brasileira. A argentina é muito mais antiga, tem cinco prêmios Nobel", diz, aos 41 anos e desde 2002 em Porto Alegre, hoje na PUCRS.
| Ricardo Jaeger/Divulgação |
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| O neurocientista argentino Martín Cammarota, da PUC RS |

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